EDITAL DO CONCURSO PARA OBTENÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM PEDIÁTRICA E ENFERMAGEM NEONATAL / 2009
A Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras - SOBEP, por meio de sua Diretoria e da Comissão Permanente de Titulação, realizará no dia 05 de outubro de 2009, das 09 às 13 horas, o Concurso para obtenção do título de Especialista em Enfermagem Pediátrica e de Especialista em Enfermagem Neonatal nas dependências do Centro de Ciências da Saúde (CCS) daUniversidade Federal de Santa Catarina, durante o III Congresso Brasileiro de Enfermagem Pediátrica e Neonatal e XVI Encontro Catarinense de Enfermagem Pediátrica, na cidade de Florianópolis.
1. Requisitos
A SOBEP concederá o título de Especialista em Enfermagem Pediátrica e de Especialista em Enfermagem Neonatal aos sócios efetivos que comprovem os seguintes requisitos:
I - Ter, no mínimo, cinco anos de experiência como enfermeiro na área de Enfermagem Pediátrica ou de Enfermagem Neonatal.
II - Estar inscrito há pelo menos cinco anos no COREN e em pleno gozo de seus direitos.
III - Ser associado da SOBEP e estar com a anuidade de 2009 quitada, por ocasião da inscrição no concurso.
IV - Ter sido aprovado em todas as etapas do concurso.
2. Documentos exigidos para inscrição
I - Requerimento específico fornecido pela SOBEP, em duas vias (ANEXO 1).
II – Registro geral (RG) e carteira de registro no COREN (xerox)
III - Comprovante de pagamento das anuidades de 2009 da SOBEP e do COREN.
IV - Comprovante de recolhimento da taxa de inscrição, no valor de R$ 200,00 (duzentos reais), a ser depositada no Banco do Brasil, agência 1898-8, c/c 9470-6 (Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras).
V - Uma foto 3 x 4 recente.
VI - Curriculum vitae (modelo no ANEXO 2) com comprovação de documentação: uma cópia (xerox).
3. Das provas e aprovação
I - Prova de títulos com base no currículo vitae, de caráter eliminatório.
II - Prova escrita com 50 (cinqüenta) questões de múltipla escolha e uma questão dissertativa.
III - Será aprovado o candidato que obtiver, no mínimo, média 7,0 (sete), sendo que a prova escrita terá peso 6,0 (seis) e a análise do O Curriculum Vitae terá peso 4,0 (quatro).
IV - Será reprovado o candidato que não obtiver média 7,0 (sete) ou aquele que não cumprir os requisitos de inscrição, conforme avaliação de seu currículo.
V - Para ingresso na prova será obrigatória apresentação de documento de identidade, pelo candidato.
VI - Não será permitido o ingresso do candidato à sala de prova após as 9:30 horas.
4. Disposições gerais
I - Os documentos exigidos para a inscrição serão recebidos de 2ª a 6ª feira, das 8 às 17 horas, no Departamento de Enfermagem da UNIFESP (Rua Napoleão de Barros, 754 – Vila Clementino, São Paulo - SP, CEP 04024-000) e deverão estar em envelope lacrado e endereçado à Comissão Permanente de Titulação da Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras, aos cuidados da Profa Dra. Regina Issuzu Hirooka de Borba.
II - O período para inscrição será de 15 de junho a 31 de agosto de 2009.
III - Os candidatos poderão inscrever-se por via postal, utilizando correspondência registrada ou SEDEX, com a data de postagem até 31 de agosto de 2009.
IV - Não serão aceitas as inscrições fora do prazo ou com documentação incompleta.
V - A taxa de inscrição não será restituída, em qualquer hipótese.
VI - Não haverá revisão de provas.
VII - Os resultados serão homologados pela Comissão Permanente de Titulação da SOBEP.
VIII - Os resultados serão fornecidos através de relação afixada na sede da SOBEP e divulgados no site da SOBEP até o dia 31 de março de 2010, sendo que os candidatos aprovados serão informados por via postal.
IX - Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria da SOBEP, ouvida a Comissão Permanente de Titulação. Maiores informações: Comissão Permanente de Titulação (SOBEP) - e-mail: Dra Regina Issuzu Hirooka de Borba. sobep.titulos2009@yahoo.com.br
PROGRAMAS DO CONCURSO E BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
ENFERMAGEM PEDIÁTRICA
1. Políticas nacionais de assistência à criança/ adolescente e à família e as implicações para a assistência de enfermagem à criança e à família: PAISC, AIDPI, ECA, PSF e Programa de Pais Participantes.
2. Processo de enfermagem na avaliação e na promoção da saúde da criança e da família: crescimento e desenvolvimento, avaliação física, necessidades básicas nas diferentes faixas etárias, incluindo crianças vítimas de violência e crianças com necessidades especiais.
3. Controle das Doenças Prevalentes na Infância: Infecções Respiratórias Agudas; Diarréia e Desidratação, Desnutrição, Anemia e Imunizações;
4. Comunicação com a criança/ adolescente e a família: entrevista, estratégias de abordagem, brinquedo.
5. O papel do enfermeiro na atenção à saúde da criança/ adolescente, em diferentes contextos assistenciais: aspectos administrativos e organizacionais da assistência, a criança e a família no hospital, no domicílio, na unidade básica, na creche, na escola e outras instituições assistenciais.
6. O processo de enfermagem centrado na criança/ adolescente e na família: avaliação, diagnóstico, planejamento, intervenções e avaliação de resultados.
7. A criança, a família e a experiência da doença: o significado da doença para a criança e para a família; promoção do desenvolvimento, segurança, sono, estimulação e brinquedo terapêutico, apoio e capacitação da família, a criança e a família na situação de morte.
8. Processo de enfermagem e a criança/ adolescente submetidos a procedimentos diagnósticos e terapêuticos: responsabilidades do enfermeiro, procedimentos e técnicas, administração de medicamentos, pré e pós-operatório e manejo da dor.
9. Processo de enfermagem na manutenção e recuperação da saúde da criança/ adolescente com alterações fisiológicas: doenças dos sistemas digestório, respiratório, cardiocirculatório, renal e hidroeletrolítico, cutâneo e neurológico, câncer, doenças infecciosas e transmissíveis.
10. Princípios éticos e legais do exercício profissional de enfermagem pediátrica.
BIBLIOGRAFIA
Almeida FA, Sabatés AL. Enfermagem pediátrica: a criança, o adolescente e sua família no hospital. São Paulo; Manole, 2008.
American Hearth Association. Aspectos mais relevantes das diretrizes da American HearthAssociation sobre ressuscitação cardiopulmonar e atendimento cardiovascular de emergência. Currents 2005-2006; 16 (4): 1-27.
Behrman RE, Kliggman RM. Nelson Princípios de pediatria. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004.
Bretes JRS. Cuidados com o desenvolvimento psicomotor e emocional da criança: do nascimento aos 3 anos de idade. São Paulo: Iátria; 2007.
Bowden VR, Greemberg CS. Procedimentos de enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara koogan; 2005.
Brasil, Ministério da Saúde. AIDPI: atenção integrada às doenças prevalentes na infância: curso de capacitação. Introdução: módulo1. 2ª ed. rev. [on line] 2003; Brasília. [citado 2009 jan 23]. Disponível em URL: http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/03_0469_M.pdf
Brasil, Ministério da Saúde. Estatuto da criança e do adolescente. 3ª ed. [on line] 2006; Brasília. [citado 2009 jan 23]. Disponível em URL: http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/06_0117_M.pdf
Brasil, Ministério da Saúde. Guia alimentar de crianças menores de dois anos. [on line] 2002; Brasília. [citado 2009 jan 23]. Disponível em URL: http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/02_0008_M.pdf
Brasil, Ministério da Saúde. Notificação de maus tratos contra crianças e adolescentes pelos profissionais de saúde. [on line] 2002; Brasília. [citado 2009 jan 23]. Disponível em URL: http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/02_0196_M.pdf
Brasil, Ministério da Saúde. Saúde integral de adolescentes e jovens: orientações para a organização dos serviços de saúde. . [on line] 2005; Brasília. [citado 2009 jan 23]. Disponível em URL: http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/06_0004_M.pdf
Brasil, Ministério da Saúde. Calendário de vacinação da criança. [on line] 2002; Brasília. [citado 2009 jan 23]. Disponível em URL: http://portal.saude.gov.br/portal/svs/visualizar_texto.cfm?idtxt=21462
Brasil, Ministério da Saúde. Calendário de vacinação do adolescente. [on line] 2002; Brasília. [citado 2009 jan 23]. Disponível em URL: http://portal.saude.gov.br/portal/svs/visualizar_texto.cfm?idtxt=21463
Brasil, Ministério da Saúde. Violência doméstica contra crianças e adolescentes. [on line] 2002; Brasília. [citado 2009 jan 23]. Disponível em URL: http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/03_1492_M.pdf
Brasil, Mnistério da Saúde. Saude da criança: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil. [on line] 2002; Brasília. [citado 2009 jan 23]. Disponível em URL: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/crescimento_desenvolvimento.pdf
Brasil, Ministério da Saúde. Assistência integral à saúde da criança: bases de ação programática. Brasília: Ministério da Saúde; 1984.
Brasil. Instituto para o Desenvolvimento de Saúde (IDS) Universidade de São Paulo (USP) Ministério da Saúde (MS). Manual de Enfermagem. Programa de Saúde da Família São Paulo, IDS/USP/MS, 2001.
Bretas, J R (coord). Manual de exame físico na prática pediátrica. São Paulo: Érica; 2005.
Carvalho ES, Carvalho WB. Terapêutica e prática pediátrica. 2 vol.1 e 2.a. ed. São Paulo: Atheneu; 2000. vol 1 e 2.
Carvalho MCR, Tamez RN. Amamentação: bases científicas para a prática profissional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2002.
Engel J. Avaliação em pediatria. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso; 2002.
Elsen I, Patricio ZM. Assistência à criança hospitalizada: tipos de abordagens e suas implicações para a enfermagem. In: Schimitz EM. A enfermagem em pediatria e puericultura. Rio de Janeiro: Atheneu; 2005. cap.15, p.169-79.
Farah OGD, Sá AC (org.) Psicologia aplicada à enfermagem. São Paulo: Manole; 2008.
Harada MJC, Rego RC. Manual de terapia intravenosa em pediatria. São Paulo: Ellu; 2005.
Hasinski MF, Chemides C, Elling B, Henphil L. 2005 American Hearth Association Guidelines for cardiopulmonary Ressuscitation and Emergency Cardiovascular Care. Circulation 2005; 112(24):IV167-IV187.
Hockenberry MJ, Wilson D, Winkelstein ML. Wong Fundamentos de Enfermagem Pediátrica. 7ª ed. São Paulo: Elsevier; 2006.
Johnson M et al. Ligações entre NANDA, NOC e NIC: diagnósticos, resultados e intervenções de enfermagem. Tradução Regina Machado Garcez. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2009. 704p.
Knobel E, Stape A, Troster EJ, Deustch AD. Terapia intensiva: pediatria e neonatologia. São Paulo: Atheneu; 2005.
Marcondes E, Vaz FAC, Ramos JLA, Okay Y. Pediatria básica: pediatria geral e neonatal. 9 ed. São Paulo: Sarvier; 2002. Tomo I
Marcondes E, Vaz FAC, Ramos JLA, Okay Y. Pediatria básica: pediatria clínica geral 9 ed. Paulo: Sarvier; 2002. Tomo II
Marcondes, Eduardo. Pediatria básica: pediatria clínica e especializada. São Paulo : Sarvier; 2004. Tomo III.
North American Nursing Diagnosis Association. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2007-2008.Porto Alegre: Artmed; 2008.
Papalia DE, Olds SW. Desenvolvimento humano. 7ª ed. Porto Alegre: Artes médicas Sul; 2000.
Ribeiro CA , Maia EB, Sabatés AL, Borba RIH, Rezende MA, Almeida FA. O brinquedo e a assistência de enfermagem à criança. Enf Atual 2002; 25:6-17.
Rego JD. Aleitamento materno. São Paulo: Atheneu; 2001.
Santos L, Silva E. Creche e pré-escola: uma abordagem de saúde. São Paulo: Artes médicas; 2004.
Stape A, Troster EJ, Kimura HM, Gilio AE, Bousso A, Britto JLBC. Manual de Normas: Terapia intensiva pediátrica. São Paulo: Sarvier; 2000.
Wong DL. Whaley e Wong: Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5a ed. Rio de Janeiro: Guanabara; 1999., 1999.
Wright LM, Leahey M. Enfermeiras e famílias: um guia para a avaliação e intervenção na família. Tradução Silvia Spada. São Paulo: Roca; 2008.
ENFERMAGEM NEONATAL
1. Políticas nacionais de assistência à criança e à família e as implicações para a assistência de enfermagem ao recém-nascido e à família: PAISC, PSF, Programa de atenção humanizada ao neonato, Programa de triagem neonatal.
2. Processo de enfermagem na avaliação e na promoção da saúde do recém nascido e da família: cuidados com o recém-nascido na sala de parto e reanimação neonatal, avaliação física, competências comportamentais e desenvolvimento do recém nascido, cuidados básicos, interação recém-nascido e família e planejamento de alta do recém-nascido e follow-up.
3. Estrutura e organização de unidades neonatais: planejamento da unidade, instalações e infra-estrutura, dimensionamento de recursos humanos.
4. Intervenção de enfermagem com famílias de recém-nascido em diferentes contextos assistenciais: sala de parto, unidade neonatal, alojamento conjunto, terapia intensiva e domicílio.
5. O processo de enfermagem centrado no recém-nascido e na família: avaliação, diagnóstico, planejamento, intervenções e avaliação de resultados.
6. Processo de enfermagem e o recém-nascido, submetido a procedimentos diagnósticos e terapêuticos: responsabilidades do enfermeiro, procedimentos e técnicas, administração de medicamentos, pré e pós-operatório, o manejo da dor.
7. Processo de enfermagem na manutenção e recuperação da saúde do recém-nascido.
8. Processo de enfermagem na manutenção e recuperação da saúde do recém-nascido de alto-risco: distúrbios respiratórios, icterícia neonatal, distúrbios metabólicos, infecções congênitas e adquiridas, distúrbios neurológicos, síndromes hemorrágicas, malformações congênitas.
9. Princípios éticos e legais do exercício profissional de enfermagem neonatal
BIBLIOGRAFIA
American Hearth Association. Aspectos mais relevantes das diretrizes da American Hearth Association sobre ressuscitação cardiopulmonar e atendimento cardiovascular de emergência. Currents 2005-2006; 16 (4): 1-27.
Avery G et al. Neonatologia: fisiopatologia e tratamento do recém-nascido. 4a ed. Medsi; 1999.
Barros CES, Inácio KL, Perin T. Semiotécnica do recém-nascido. São Paulo: Atheneu; 2005.
Bowden VR, Greemberg CS. Procedimentos de enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara koogan; 2005.
Brasil, Ministério da Saúde. Estatuto da criança e do adolescente. 3ª ed. [on line] 2006; Brasília.[citado 2009 mai 15]. Disponível em URL:http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/06_0117_M.pdf
Brasil, Ministério da Saúde. Recomendações técnicas para o funcionamento de bancos de leite humano. Brasília: Ministério da Saúde; 2001.
Brasil, Ministério da Saúde. Normas básicas para o alojamento conjunto. [on line]. 1993; Brasília.[citado em 2009 mai 15]. Disponível em URL:http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd08_20.pdf
Brasil, Ministério da Saúde. Atenção Humanizada ao recém-nascido de baixo peso - Método Mãecanguru:Manual Técnico. [on line]. 2002; Brasília. [citado em 2009 mai 15]. Disponível em URL:http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Manual_MetodoMaeCanguru.pdf
Brasil, Ministério da Saúde. Programa Nacional de Incentivo ao Aleitamento Materno, Brasília:Ministério da Saúde ;1991.
Carvalho MRC, Tamez RN. Amamentação: bases científicas para a prática profissional. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; 2002.
Cloherty JP, Eichenwald EC, Stark AR. Manual de Neonatologia. 5ªed. Rio de Janeiro, Guanabara Kogan, 2005.ªed. Rio de Janeiro: Reichman e Affonso editores; 2001.. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1998.
Elsen I, Patricio ZM. Assistência à criança hospitalizada: tipos de abordagens e suas implicaçõespara a enfermagem. In: Schimitz EM. A enfermagem em pediatria e puericultura. Rio de Janeiro:Atheneu; 2005. cap.15, p.169-79.
Harada MJC, Rego RC. Manual de terapia intravenosa em pediatria. São Paulo: Ellu; 2005.
Hasinski MF, Chemides C, Elling B, Henphil L. 2005 American Hearth Association Guidelines forcardiopulmonary Ressuscitation and Emergency Cardiovascular Care. Circulation 2005;112(24):IV167-IV187.
Hockenberry MJ, Wilson D, Winkelstein ML. Wong Fundamentos de Enfermagem Pediátrica. 7ª ed.São Paulo: Elsevier; 2006.
Johnson M et al. Ligações entre NANDA, NOC e NIC: diagnósticos, resultados e intervenções deenfermagem. Tradução Regina Machado Garcez. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2009, 704p.
Kenner C. Enfermagem Neonatal. 2a ed. Rio de janeiro: Reichamn e Affonso editores; 2001.
Klaus M H, Fanaroff AA, Alto risco em neonatologia. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1998.
Knobel E, Stape A, Troster EJ, Deustch AD. Terapia intensiva: pediatria e neonatologia. São Paulo:Atheneu; 2005.
Kopelman BI, Santos AMN, Goulart, AL, Almeida MFB, Miyoshi MH, Guinsburg R. Diagnóstico e tratamento em Neonatologia. São Paulo: Atheneu, 2004.
Kopelman BI. Princípios éticos em neonatologia. Brazilian Pediatric News [série on-line] 2000; 2(4).[on line] 2006; Brasília. [citado 2007 jan 28]. Disponível em URL: http//www.brazilpednews.org.br
Marcondes E, Vaz FAC, Ramos JLA, Okay Y. Pediatria básica: pediatria geral e neonatal. 9a. ed. São Paulo: Sarvier; 2002. Tomo I.
Naganuma M. et al. Procedimentos técnicos de enfermagem em UTI neonatal. São Paulo: Atheneu; 1995.
North American Nursing Diagnosis Association. Diagnósticos de enfermagem da NANDA:definições e classificação 2007-2008.Porto Alegre: Artmed; 2008.
Rego JD. Aleitamento materno. São Paulo: Atheneu; 2001.
Segre CAM, Armellini PA, Marino WT. RN. 5a. ed. São Paulo: Sarvier; 2002.
Tamez RN. Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém-nascido de alto risco. 2a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2002.
Wong DL. Whaley e Wong: Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1999.
Wright LM, Leahey M. Enfermeiras e famílias: um guia para a avaliação e intervenção na família.Tradução Silvia Spada. São Paulo: Roca; 2008.
ANEXO 1
Requerimento de inscrição
CONCURSO PARA OBTENÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM PEDIÁTRICA e ENFERMAGEM NEONATAL PELA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENFERMEIROS PEDIATRAS – SOBEP
Inscrição Nº__________(*)
EU, (NOME COMPLETO) ................................, (NACIONALIDADE), (RG), (CPF), (ENDEREÇO COMPLETO), enfermeira(o), incrita(o) no COREN/ (....) sob o número(.........), venho por meio deste requerer minha inscrição no Concurso para obtenção do título de especialista em .............. (INDICAR APENAS UMA ÁREA) ............................., promovido pela SOBEP, em outubro de 2009, para o que encaminho documentação requisitada.
.........................................................,.........de.............................de 2009
___________________________
assinatura
O campo em negrito e com (*) será para preenchimento da SOBEP
ANEXO 2
Modelo de curriculum vitae
1. Dados pessoais: nome, filiação, local e data de nascimento, endereço residencial e eletrônico (e-mail), cédula de identidade, CPF, título de eleitor, número do COREN, instituição em que trabalha.
2. Formação Acadêmica:
- Graduação
- Pós-graduação: Lato sensu: especialização, Stricto sensu: mestrado, doutorado.
3. Outros Cursos:
- extensão universitária
- atualização
-aperfeiçoamento
4. Atividades profissionais: cargos e funções ocupadas por área (assistência, ensino e gerenciamento) e tempo de atuação junto ao neonato, criança e adolescente (com documentos comprobatórios); participação em sociedades profissionais, científicas ou entidades de classe, grupos de estudo, comissões, bancas examinadoras; assessorias, consultorias e outras atividades pertinentes (pesquisas, campanhas, estágios voluntáriosa, viagens de observação, visitas nacionais e internacionais).
5. Atividades Científicas:
- publicações
- participação em eventos como ouvinte, organizador, conferencista, palestrante, moderador...
6. Homenagens e prêmios
NOTA: as informações fornecidas deverão privilegiar as relaconadas às áreas de Enfermagem Pediátrica e Enfermagem Neonatal (observada a área do concurso a que se apresenta o candidato).
OBSERVAÇÃO: A prova de títulos será realizada nas dependências do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Santa Catarina. Aguardem notificação da sala alocada para realização da mesma e o mapa de acesso.
LOCAL DE REALIZAÇÃO DA PROVA DE TITULAÇÃO:
Centro de Ciências da Saúde - Universidade Federal de Santa Catarina
SALA - 919